
Carta de amor para um cronópio... *
Uma
carta
que possa ser lida a qualquer tempo,
que terá sempre o sabor do hoje.
Um amor que se sinta palpitante,
difuso, surpreendente
em sua leve sintonia de delicados matizes.
Letras que saltem, dançando,
dando cambalhotas e sorrindo.
Um perfume musical que se desprenda com a leitura
e que freqüente os momentos
em inesperada companhia de ternura.
Assim seria uma possível carta de amor para um cronópio...
Clarice Villac
06.08.2007
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* Referência : Histórias de Cronópios e de Famas, de Julio Cortázar.
música : Smooth - Carlos Santana